ESTATUTO

Capitulo I
 
Da Denominação, Sede, Foro e Objetivos
 
Art.1 º – ASSOCIAÇÃO DOS GESTORES DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, criada em 27 de março de 1993, associação sem fins lucrativos, com prazo de duração indeterminado, regendo-se na forma deste estatuto, sucedendo ao CLUBE DE GERENTES DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, CGC 68620947/001-39, criado em 29 de abril de 1992 e a ASSOCIAÇÃO DE GERENTES DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
 
Art. 2º
 
– A Associação tem sede e foro na cidade do Rio de Janeiro, funcionando na Av. Rio Branco, 156 – 21º andar – Sala 2102 – Centro, podendo representar seus associados individual ou coletivamente, inclusive como substituto processual, em todo o território nacional, perante a Caixa Econômica Federal, justiça trabalhista, justiça federal e todas as demais instituições Legais.
 
Art. 3º – São objetivos da Associação:
 
a)     Defender a Caixa Econômica Federal como Empresa Pública, o cumprimento de sua Missão e ainda lutar pela ética e competência na administração publica.
 
b)     Defender os interesses dos Gestores da Caixa, condições adequadas de trabalho, respeito e transparência nos relacionamentos e a adequada valorização do quadro.
 
c)     Oferecer subsídios à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, visando aprimorar as atividades administrativas e operacionais, principalmente aquelas que interferirem nos resultados de seus Pontos de vendas;
 
d)     Promover o desenvolvimento de atividade que envolvam a técnica gerencial, bem como o intercâmbio profissional dos associados;
 
e)     Representar os associados, inclusive na qualidade de substituto processual, no termos do presente estatuto, perante os diversos escalões da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL bem como perante todos constituídos, em especial nas varas e nos tribunais de justiça;
 
f)      Realizar ou patrocinar convênios, encontros e reuniões sociais, esportivas, culturais ou artísticas, como a finalidade de promover benefícios e bem-estar a seus associados bem como a confraternização entre os mesmos e seus familiares;
 
g)     Relacionar-se com as entidades sindicais e de representação associativa da classe, propiciando o intercambio de informações do segmento gerencial, zelando para que não ocorra sobreposição de atuação.
 
Capitulo II
 
Do Quadro Social
 
Art. 4º – Poderão integrar o quadro social da Associação empregados, ativos e inativos, da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
 
Art. 5º – O quadro social será composto pelas seguintes modalidades de sócios:
 
a)     Sócio Fundador: Assim considerados os Gerentes Gerais presentes à Assembléia Geral do dia 29 de abril de 1992, que criou o Clube de Gerentes, em dia com suas contribuições.
 
b)     Sócio Efetivo: Aqueles que exerçam cargos em comissões gerenciais e assemelhados tais como: Superintendente de Negócios, Gerente Geral, Gerente, Gerente de Mercado, Assistente, Supervisor, Agente de Atendimento, Agente Empresarial, Consultor de Campo e outros, que venham a ser criados e que sejam considerados cargos de gestão, desde que em dia com suas contribuições.
 
c)     Sócio Contribuinte: Sócios efetivos ou fundadores que deixem de exercer os cargos em comissão definidas nas alíneas A e B, deste artigo, que permaneçam contribuindo e que mantenham-se em dia com suas contribuições, os que vierem a aposentar-se e ainda os que exerçam os cargos gerenciais e assemelhados em caratês de eventualidade, desde que registrados no sistema como substitutos eventuais.
 
d)     Sócio Benemérito: Personalidades que, pela sua atuação, tragam benefícios à Associação.
 
1º – A indicação para sócio Benemérito poderá ser feita por qualquer sócio fundador, efetivo ou contribuinte, à diretoria, que se submeterá à aprovação da Assembleia Geral.
 
2º Será garantida a condição de sócio efetivo ao gestor que vier a perder a função/cargo comissionado do pelo período de 6 (seis) meses a contar da data da dispensa, à exceção dos casos de gestão fraudulenta.
 
3º Nos casos de dispensa de função/cargo comissionado será garantido o mandato ao sócio efetivo que estiver em gozo de mandato eletivo, desde que  a dispensa da função tenha ocorrido exclusivamente por Interesse administrativo sem nenhuma vinculação com má gestão dos recursos públicos  e/ou comprometimento com ações e atitudes que venham a ferir o código de ética da empresa e/ou dos gerentes, sendo possível a perda de mandato desde que decidido em assembléia convocada especificamente para esta finalidade.
 
Art. 6º – Perderá a condição de associado:
 
a)     O sócio que requerer o seu desligamento.
 
b)     O sócio que vier a ser desligado.
 
c)     O sócio que não estiver em dia com suas contribuições.
 
Capitulo III
 
Dos Direitos e Deveres dos Sócios
 
Art.7º – São direitos dos sócios fundadores e efetivos:
 
a)     Tomar parte nas Assembléias Gerais;
 
b)     Votar e ser votado
 
c)      Requerer ao Conselho Diretor Executivo a convocação de Assembléia Geral juntamente com um quinto dos sócios fundadores e efetivos, e convocá-la quando o Conselho Diretor não o fizer no prazo de até quarenta e oito horas após ter sido requerida;
 
d)     Participar e gozar das atividades promovidas e instituídas pela Associação;
 
e)     Submeter á Assembléia Geral proposta para a concessão de títulos de sócio benemérito e
 
f)      Manifestar-se contrariamente ás decisões do Conselho Diretor em Assembléia Geral, ou, por escrito, diretamente àquele colegiado.
 
&1º Aos sócios contribuintes são concedidos todos direitos dos sócios fundadores e efetivos, exceto votar e ser votado.
 
Art.8º – São deveres dos sócios fundadores, efetivos e contribuintes:
 
a)     Cumprir e fazer cumprir este estatuto;
 
b)     Pagar as contribuições estatutárias;
 
c)     Informar por escrito ao Conselho Diretor, todo e qualquer fato ou conduta prejudicial á Associação, de que tiver ciência;
 
d)     Comprometer-se com as decisões das Assembléias Gerais, respaldando-as;
 
e)     Acatar as decisões do Conselho Diretor;
 
f)      Portar-se com correção no que diz respeito à ética, de modo a manter elevado o conceito da Associação e dos associados.
 
Capitulo IV
 
Dos Órgãos Estatuários
 
Art.9º – Os órgãos  estatuários da Associação são a Assembléia Geral, o Conselho Diretor, o Conselho Diretor Executivo e o Conselho Fiscal.
 
Art.10º – A Assembléia Geral é o órgão soberano da associação, podendo ser Ordinária ou Extraordinária.
 
& 1° – A Assembléia Geral Ordinária será realizada anualmente no mês de maio e a Extraordinária, sempre que necessária para tratar de assunto urgente de interesse da Associação.
 
& 2º – As Assembléias gerais serão convocadas pelo Presidente da Associação, ou pelo Presidente do Conselho Fiscal, conforme disposto na letra d do artigo 42, com antecedência de 48 (quarenta e oito) horas, ou por um quinto dos sócios fundadores e efetivos, depois de requerida ao Conselho Diretor se o Conselho não fizer, através de circular divulgada a todas as unidades da Caixa Econômica Federal do Rio de janeiro, contendo:
 
a) Local, data e hora da sua realização e;
 
b) ordem do dia.
 
& 3º _ As Assembléias Gerais Extraordinárias serão realizadas no prazo máximo de trinta dias contados a partir da data de convocação.
 
& 4º – As Assembléias Gerais serão instaladas em primeira convocação com quorum mínimo de metade dos sócios fundadores e efetivos da Associação e, em segunda  e última convocação, trinta minutos após a primeira, com qualquer quorum.
 
Art. 11º – As decisões da Assembléia Geral são soberanas e irrecorríveis, sendo limitadas aos assuntos constantes do edital de convocação.
 
Art. 12º – Compete privativamente a Assembléia geral:
 
a) eleger, por voto direto, os membros do Conselho diretor e do Conselho Fiscal;
 
b) destituir os administradores;
 
c) aprovar, anualmente as contas da Diretoria e o Parecer do Conselho Fiscal;
 
d) aprovar as alterações estatutárias;
 
e) decidir sobre a dissolução da Associação.
 
Art.13º – para as deliberações a que se referem às letras "b", "d", e "e", do artigo 12º, é exigida a aprovação por dois terços dos associados.
 
Art. 14º – As decisões da Assembléia Geral serão tomadas pela maioria simples dos votos, cabendo sua presidência ao Presidente da Associação ou, por indicação deste, referendada pelos presentes, a qualquer associado, sendo também admitida previsão de votação por meio eletrônico desde que garantida à comprovação dos votos, de responsabilidade dos integrantes do Conselho Fiscal, com ampla publicidade do conteúdo das matérias objeto de votação.
 
Capitulo V
 
Das Eleições
 
Art. 15º A eleição do Conselho Diretor e do Conselho Fiscal dar-se-á por voto direto e secreto.
 
Art. 16° – São candidatos natos os sócios fundadores e efetivos, sendo vedado aos sócios que não tiverem em dia com suas obrigações sociais votar e serem votados.
 
Art. 17° – Terá a candidatura impugnada o associado que, entre a data de registro da chapa e a realização das eleições, infringir qualquer dos dispositivos deste estatuto.
 
Art. 18° – As chapas para o Conselho Diretor serão compostas por número de candidatos coincidente com os cargos que a integram, acrescido de 08 suplentes, que substituirão os membros do Conselho Diretor em caso de vacância, à exceção do presidente e do e do vice-presidente de Relações Trabalhistas, que serão substituídos em seus impedimentos pelos Vice-Presidente de Relações Trabalhistas e Vice-Presidente de Relações Políticas e Institucionais, respectivamente.
 
Art. 19º – Para o Conselho Fiscal serão eleitos os seis candidatos mais votados, sendo os três primeiros, titulares, e os outros três, suplentes.
 
& 1 ° – Para os casos de empate, será adotado como critério de desempate o maior tempo de filiação à Associação, em persistindo, será eleito o candidato de maior idade civil.
 
Art.20º – as eleições serão realizadas no mês de maio, preferencialmente no dia vinte e dois, quando se comemora o Dia do Economiário.
 
Art.21º – O início do mandato do Conselho diretor e do Conselho Fiscal dá-se-à no primeiro dia do mês de julho, tendo duração de dois anos.
 
Art.22º – Para a condução das eleições em todas as fases, o Conselho Diretor constituirá, até trinta dias antes do pleito, Comissão Eleitoral.
 
Parágrafo Único – Na apuração dos votos garantir-se-á a fiscalização por parte das chapas concorrentes e dos candidatos ao Conselho Fiscal, na forma do que vier a ser estabelecido pela Comissão Eleitoral.
 
Capitulo VI
 
Do Conselho Diretor
 
Art. 23º _ Para execução das finalidades da Associação, será eleito em Assembléia Geral, um Conselho Diretor, integrado pelos seguintes cargos:
 
a) 01 Presidente;
 
b) 01 Vice- Presidente de Relações Trabalhistas;
 
c) 01 Vice-Presidente de Relações Políticas e Institucionais;
 
d) 01 Vice-Presidente Administrativo;
 
e) 01 Vice-Presidente Financeiro;
 
f) 01 Vice-Presidente de Comunicação e Marketing;
 
g) 01 Vice-Presidente Jurídico;
 
h) 01 Vice-Presidente de Saúde e Previdência;
 
i) 01 Vice-Presidente de Desenvolvimento Gerencial;
 
j) 01 Vice-Presidente Cultural;
 
k) 01 Vice-Presidente Social, de Lazer e Qualidade de Vida;
 
l)  01 Vice-Presidente de Esportes;
 
m) 01 Vice-Presidente por Escritório de Negócios representando cada região de atuação da Caixa no Estado;
 
n) 01 Vice-Presidente da Área-meio, representando a área de suporte ao negócio.
 
&1º – Pelo exercício do mandato, os membros do Conselho Diretor não farão jus a qualquer remuneração.
 
& 2º – O Conselho Diretor é obrigado, Trimestralmente, a prestar contas ao Conselho fiscal.
 
Art. 24º - Compete ao Presidente:
 
a) representar a Associação;
 
b) gerir todos os interesses da Associação com vistas à consecução de suas finalidades;
 
c) convocar as Assembléias Gerais e reuniões do Conselho Diretor;
 
d) assinar, em conjunto com o vice-presidente administrativo, convênios, parcerias, contratos e as atas das reuniões e assembléias, se for o caso;
 
e) abrir, movimentar e encerrar contas bancárias, de qualquer espécie ou modalidade, em conjunto  com o Vice-Presidente Financeiro e exclusivamente na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, salvo decisão em contrário da Assembléia Geral;
 
f) assinar, quando autorizado por Assembléia Geral, as escrituras de compra e venda de bens imóveis da Associação;
 
g) Constituir comissões e/ou conselhos com finalidades específicas, inclusive constituir a OUVIDORIA da AGECEF, através da indicação de um OUVIDOR, diretamente ligado ao Vice-Presidente de Comunicações.
 
Art.25º – Compete ao Vice-Presidente de Relações Trabalhista;
 
a) Substituir o presidente em seus impedimentos e/ou vacância;
 
b) Assessorar o presidente nas questões trabalhistas, exceto as de caráter eminentemente jurídico, em especial nas questões que envolvam respeito e transparência ao ser humano e nos relacionamentos profissionais, nas questões relativas a plano de cargos e salários e acordo coletivo de trabalho.
 
c) Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores e efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria de relações trabalhistas.
 
Art. 26º – Compete ao  Vice-Presidente de Relações  Políticas e Institucionais:
 
a)     Relacionar-se com as demais entidades representativas dos empregados da Caixa nos temas de interesse comum, representando a associação e seus interesses.
 
b)     Relacionar-se com demais instituições e poderes representativos da classe e da sociedade em geral representando a associação e seus interes;
 
c)     Substituir o Vice-Presidente de Relações Trabalhistas em seus impedimentos ou vacância;
 
d)     Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria de Relações políticas e institucionais da associação.
 
Art.27º – Compete ao Vice-Presidente Administrativo:
 
a) responder pelas atividades administrativas da associação, inclusive convênios;
 
b) assessorar os demais membros do Conselho Diretor na execução de suas tarefas na associação;
 
c) assinar em conjunto com o Presidente parcerias, contratos, convênios e atas de reuniões e/ou assembléias, se for o caso;
 
d) Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o Vice-Presidente a diretoria administrativa.
 
Art.28º – Compete ao Vice-Presidente Financeiro:
 
a)     Administrar o movimento financeiro da Associação;
 
b)     Escriturar, em livro próprio, o movimento financeiro da Associação;
 
c)      Abrir, movimentar e encerrar contas bancárias, de qualquer espécie ou modalidade, em conjunto com o Presidente e exclusivamente na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, salvo decisão em contrário da Assembléia Geral e
 
d)     Remeter tempestivamente ao contador os documentos da associação, inclusive extratos bancários, comprovantes de despesas e receitas;
 
e)     Remeter aos associados, trimestralmente, demonstrativos das receitas e despesas da associação;
 
f)       Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria financeira da associação.
 
Art.29º – Compete ao Vice-Presidente de Comunicação e Marketing:
 
a)     Desenvolver e sugerir condições e meios de comunicação entre membros do Conselho Diretor bom como os associados;
 
b)     Acompanhar e aferir a qualidade da comunicação desenvolvida bem como o nível da satisfação dos associados com a mesma;
 
c)      Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor a diretoria de comunicação e marketing junto com o vice-presidente.
 
Art.30º – Compete ao Vice-Presidente Jurídico:
 
a)     Acompanhar o trabalho do advogado contratado, apoiando e sugerindo ações bem como prestando apoio aos associados e ao Conselho Diretor nas questões que envolvam o jurídico;
 
b)      Administrar os serviços jurídicos prestados aos associados, informando, sugerindo, controlando e acompanhando todas as questões que envolvam o jurídico, inclusive o contrato de prestação de serviços, a qualidade do serviço prestado e o nível de satisfação dos associados;
 
c)      Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria jurídica da associação.
 
Art.31º – Compete ao Vice-Presidente de Saúde e previdência:
 
a)     Conhecer, acompanhar e divulgar ao conselho diretor e a todos os associados as questões envolvendo a  saúde-caixa, e os planos de previdência da empresa voltado para seus empregados;
 
b)     Acompanhar as questões referentes à saúde, segurança no trabalho e previdência dos associados, propondo ações, parceiras bem como desenvolvendo ações que visem ao bem-estar dos associados e a tranquilidade dos associados;
 
c)     Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria de saúde e previdência.
 
Art.32º – Compete ao Vice-Presidente de Desenvolvimento Gerencial:
 
a)     Responder, pelas atividades de desenvolvimento profissional dos associados;
 
b)     Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com a vice-presidente a diretoria de desenvolvimento gerencial da associação.
 
Art.32° - Compete ao Vice-Presidente Cultural:
 
a) Propor, desenvolver e acompanhar parcerias, ações e projetos culturais da associação voltados para os associados e seus dependentes:
 
b) Indicar, entre os menbros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria cultural.
 
Art.33º – Compete ao Vice-Presidente Social, de lazer e qualidade de vida:
 
a)     Responder pelas atividades sócias da associação voltadas para os associados e seus dependentes, inclusive festas, passeios, encontros e eventos sugerindo, acompanhando e desenvolvendo parcerias;
 
b)     Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria social, de lazer e qualidade de vida. 
 
Art.34º – Compete ao Vice-Presidente de Esporte:
 
a)     Desenvolver e acompanhar parcerias, projetos e ações voltadas a prática esportiva para os associados e seus dependentes;
 
b)     Indicar, entre os membros associados, até quatro diretores efetivos e quatro suplentes para compor junto com o vice-presidente a diretoria de esporte;
 
Art. 35º – Compete aos Vice-presidentes Regionais, inclusive ao Vice-Presidente da Área-meio:
 
a)     Representar a associação em sua área/região de atuação;
 
b)     Responder pelas atividades associativas em sua áera/região de atuação, conforme decisões emanadas do Conselho Diretor;
 
c)     Indicar quatro membros efetivos e iguail número de suplentes para composição da Diretoria Regional, que será composta de um vice-presidente regional e até quatro diretores;
 
d)     Definir seu substituto eventual entre os membros da diretoria regional.
 
Art. 36° – Ocorrendo a vacância de qualquer dos cargos do Conselho Diretor, o ingresso dos suplentes dar-se-á em cargos definidos pelo Conselho Diretor em colegiado.
 
Art. 37° – Em caso de vacância do vice-presidente Regional, por qualquer motivo, a sua substituição dar-se-á através de indicação do Conselho Diretor e/ou eleição entre os associados da região objeto do lugar.
 
Art. 38° – O Conselho Diretor poderá constituir comissões e conselhos para o planejamento execução de atividades de interesse da Associação e de seus associados.
 
Capitulo VII
 
Do Conselho Fiscal
 
Art. 39° – O Conselho fiscal é órgão fiscalizador e será composto de três membros titulares e três Suplentes, com mandato de dois anos, eleitos e empossados juntamente com a Diretoria, desvinculados desta, de conformidade com o presente Estatuto.
 
Art. 40º – Compete ao Conselho Fiscal:
 
a)     Eleger, no primeiro dia de mandato, entre seus menbros titulares, o Presidente, o Vice-Presidente e o Secretário;
 
b)      Solicitar informações, requisitar livros e outros documentos ao Conselho Diretor, sempre que necessário;
 
c)     Fiscalizar e aprovar ou não os atos financeiros do Conselho Diretor;
 
d)      Examinar os documentos da Tesouraria, a escrituração, os balancetes e os balanços da Associação e emitir parecer;
 
e)     Verificar a aplicação das verbas e a legalidade das despesas e receitas;
 
f)      Denunciar, à Assembléia Geral, irregularidades porventura ocorridas na associação;
 
g)     Convocar para prestar informações, qualquer membro do Conselho Diretor ou qualquer associado;
 
h)     Dar parecer e aprovar ou não o balanço anual, justificando;
 
Art. 41º _ Ocorrendo vacância entre os membros titulares, a assunção dos suplentes será efetuada  obedecendo-se a ordem de classificação na eleição.
 
Art.42º – Compete ao Presidente do Conselho Fiscal:
 
a)     Convocar as reuniões do Conselho Fiscal;
 
b)     Articular-se com os demais poderes da associação, visando os interesses desta e de seus associados;
 
c)     Assinar com o Secretário, todos os documentos do Conselho Fiscal;
 
d)     Convocar a Assembléia Geral quando constatada irregularidade na administração do Conselho Diretor.
 
Art.43º – Compete ao Vice-Presidente do Conselho Fiscal, Substituir o Presidente em seus impedimentos.
 
Art.44º – Compete ao Secretário:
 
a)     Assinar com o Presidente do Conselho Fiscal todos os documentos;
 
b)     Substituir o Presidente de Conselho Fiscal nos impedimentos simultâneos deste e do Vice-Presidente do Conselho Fiscal;
 
c)     Substituir o Vice-Presidente do Conselho Fiscal em seus impedimentos.
 
 
Capitulo VIII
 
Das Penalidades
 
Art. 45º – Os sócios estarão sujeitos á exclusão do quadro por:
 
a)     Infringir a ética;
 
b)     Deixar de recolher mais de duas contribuições mensais.
 
Parágrafo Único – A penalidade de exclusão poderá ser aplicada pelo Conselho Diretor, em decisão fundamentada, sendo concedido ao sócio excluído o direito de recurso, interposto no prazo de 10 (dez) dias que será apreciado pela Assembléia Geral. Especificamente convocada para esse fim, devendo a penalidade ser aprovada pela maioria dos associados presentes a esta Assembléia Geral.
 
Capitulo IX
 
Das Contribuições
 
Art. 46° – Os sócios fundadores, efetivos e contribuintes da Associação, estarão sujeitos ao pagamento de uma contribuição financeira mensal e a outras, cujos valores serão estabelecidos pelo Conselho Diretor, até o limite de 15% do Salário Mínimo vigente.
 
Parágrafo único – O associado inadimplente em suas contribuições ficará impedido de participar das Assembléias Gerais.
 
Capitulo X
 
Das Disposições Gerais e Transitórias
 
Art. 47º – A Associação poderá ser dissolvida, através de deliberação de Assembléia Geral Extraordinária especialmente convocada para este fim, exigindo-se aprovação da maioria absoluta do quadro associativo.
 
& 1º Em caso de dissolução da Associação, o remanescente do patrimônio liquido, depois de pagos todas as dividas, será destinado aos associados, em restituição as contribuições que tiverem prestado ao patrimônio da Associação, atualizado o seu valor.
 
& 2º Pagas as dividas e as restituições aos associados, e havendo remanescente do patrimônio líquido, este deverá ser rateado entre os sócios remanescentes na proporção do pagamento das restituições previstas no parágrafo primeiro deste artigo.
 
Art. 48º – Do valor da contribuição mensal arrecadado em cada região correspondente a um Vice-Presidente Regional serão destinados 20% da arrecadação daquela regional, à exceção das Regionais Niterói, Campos e Sul Fluminense, regiões para onde serão, destinados mensalmente 30% da arrecadação daquelas regionais, para administração da diretoria regional.
 
& 1º As Diretorias Regionais prestarão contas diretamente ao contador e conselho fiscal, com acompanhamento do Vice-Presidente Financeiro.
 
Art. 49º – Os casos não previstos neste estatuto serão deliberados por Assembléia Geral.
 
Rio de Janeiro, 01 de junho de 2005.

Associação dos Gestores da Caixa Econômica Federal RJ

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